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“SE MEU CORSA FALASSE”: Homem de 49 anos perde controle de direção e bate em poste na Avenida Getúlio Vargas em Nobres

Um homem de 49 anos por volta das 11 h 15 deste sábado (26) na Avenida Getúlio Vargas nas proximidades do Banco e Cooperativa de Crédito Sicredi no Centro de Nobresperdeu a direção de seu veículo e colidiu com um poste. 

De acordo com informações do Boletim de Acidente da Polícia Militar, a Guarnição QCI-8277 foi acionada para atender uma ocorrência de trânsito envolvendo um veículo Corsa Sedan, placas JZT-1183 que era conduzido por A.PS, de 49 anos que relatou aos policiais que estava trafegando no sentido Centro –bairro (Jardim Glória e Aeroporto), quando perdeu o controle da direção e veio a colidir frontalmente com um poste ao lado da agencia do Sicredi. 

Com o impacto o condutor do Corsa Sedan causou danos apenas ao poste e ao veículo e ele não teve nenhuma lesão. 

Até o fechamento desta matéria, a nossa equipe ainda não havia descoberto o motivo que levou o homem de 49 anos perder o controle do veículo e colidir com o poste. 

A dúvida é: Se houve uma falha mecânica ou houve algum motivo “sobrenatural” (de 3% de cevada ou ainda se ele teria algum problema de saúde que o levou ater um mal súbito no momento que perdeu a direção do veículo.

Agora para saber o real motivo do acidente, só se o Corsa falasse.

A Energisa foi informada do ocorrido e o veiculo foi entregue aos cuidados de O. A. P por indisponibilidade de guincho e também devido o homem que conduzia o mesmo não  ser habilitado, ou seja, não possui CNH.

Após registrar o Boletim do Acidente, a Polícia Militar encaminhou o homem de 49 anos que conduzia o Corsa Sedan para a delegacia de Nobres sem o uso de algemas.

O  2° Sargento H. Ferreira e Soldado Ivanil atenderam esta ocorrência.

Por Redação






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Betinha e Família desejam Feliz Natal e Um Próspero 2021

 


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Filhote de onça-pintada é resgatado às margens de rodovia

Uma equipe do Batalhão Ambiental em São José do Rio Claro (a 315 km de Cuiabá) foi informada, nesta quarta-feira (23), do resgate de uma onça pitada que havia sido atropelada.

Os policiais foram até a clínica veterinária onde o animal estava sendo atendido com os primeiros socorros. A médica veterinária contou que pessoas passavam pela rodovia e perceberam a onça caída, possivelmente vítima de um atropelamento. Eles a resgataram e a deixaram na clínica. Os policiais trouxeram o animal para Cuiabá e continuar o tratamento de recuperação.



Por Assessoria/PM-MT

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Senador aponta que decisão de Mendes de substituir o VLT por BRT deveria passar antes por amplo debate

Mesmo evitando ser uma uma voz dissonante, na discussão sobre a substituição das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), pela implantação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), anunciada na última segunda-feira(21), pelo governador Mauro Mendes(DEM), o senador Wellington Fagundes(PL) pontuou que antes de um posicionamento oficial do governo, o gestor democrata deveria, contudo, ter realizado uma discussão mais ampla sobre o tema. Com os gestores de Cuiabá e Várzea Grande, respectivamente, Emanuel Pinheiro(MDB) e Lucimar Campos(DEM) e ainda com outros poderes, além das bancadas políticas[municipal, estadual e federal].

Alertando, por meio e nota, nesta quinta-feira(24), que sem essas participações no debate, muito provavelmente pode-se incorrer nos mesmos erros que causaram a paralisação do empreendimento.

Lembrando que durante todo o debate sobre a retomada do VLT nestes últimos anos, sempre defendeu - com base em estudos técnicos -, uma ampla discussão envolvendo os chefes do Poder Executivo (governador e prefeitos), com representação, inclusive, nesta discussão, das câmaras das duas cidades.

"Há muito cobro uma decisão sobre as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos, ligando Cuiabá a Várzea Grande. Especialmente por entender que esta é uma ‘ferida aberta’ no centro das duas cidades, e uma das maiores obras inacabadas do país, se constituindo uma afronta à população".

E que como municipalista, seria importante ressaltar que são as prefeituras quem têm a autonomia para emitir as licenças de obra e, nesse caso, seria de fundamental importância que os gestores da capital e Várzea Grande tivessem, de fato, sido ouvidos. E ainda que a falta de diálogo em um empreendimento tão grandioso - quer seja VLT ou BRT - poderá resultar 'em mais delonga na execução da obra'.

"Sempre observei que essa decisão - de retomar ou não a obra, ou mesmo alterar o tipo de modal - não deve ser unilateral. Essa ferida aberta, que machuca também, dolorosamente, a população, deve ser enfrentada por todos , claro, à luz das questões jurídicas".

"De minha parte, reafirmo meu compromisso de seguir defendendo - antes de qualquer decisão sobre qual modal necessário - que haja um debate ágil e multilateral, já que não se trata apenas e tão somente de definição de meio de transporte de massa, e sim de um grande projeto de requalificação urbana".

De acordo com o estudo técnico elaborado pelo Governo de Mato Grosso e pelo Grupo Técnico criado na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, para a conclusão do BRT são necessários 24 meses e R$ 430 milhões, já para o VLT, o custo seria de R$ 763 milhões e 48 meses para ser finalizado.

Desde o anúncio sobre a mudança no sistema de transporte, Mendes vem ganhando algumas adesões importantes à sua decisão. Como dos deputados estaduais Eduardo Botelho(DEM), Janaina Riva(MDB), Wilson Santos(PSDB) e da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos(DEM). Também acharam o posicionamento do governo acertado os dirigentes da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

Já o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), que se recusou a se reunir com o governador sob o argumento de choque de agenda, disse esta semana que estudará o documento para opinar sobre o assunto mais fortemente. Entretanto, como Wellington Fagundes, Pinheiro criticou o fato do governador ter tomado a decisão sozinho, sem a participação das duas prefeituras.

"Deveria ter reunido as duas cidades e a bancada federal, para depois tomar a decisão em conjunto. Agora, só fazer uma reunião e comunicar a decisão, não foi legal", pontuou o prefeito reeleito.

Estudos técnicos - entenda

No início da semana, Mendes anunciou em coletiva de imprensa, a substituição do VLT pela execução de obras para o BRT. Revelando que teria pautado sua decisão com base em estudos técnicos que apontaram a maior viabilidade do Ônibus de Trânsito Rápido. Ao apontar que além da economicidade até a tarifa da passagem deste novo tipo de modal seria mais barata, R$ 3,04. Caso fosse mantido o VLT, o estudo apontou um valor de R$ 5,28.

"Por uma questão técnica, econômica de curto, médio e longo prazo, a melhor solução para dar um fim neste pesadelo é a mudança de modal, de VLT para BRT e iniciar imediatamente as ações para que possamos acabar com essa obra parada e dar uma solução definitiva para mobilidade urbana de Cuiabá”, disse o governador.

Mendes ainda lembrou que o VLT possui oito ações na justiça, incluindo a que garantiu a rescisão contratual ainda no governo Pedro Taques, após a Operação Descarrilho da Polícia Federal, que descobriu o esquema do pagamento de propina das empresas ao ex-governador Silval Barbosa. Segundo o governo o Consórcio VLT recorreu da decisão e perdeu no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ou seja, a decisão já transitou em julgado.

Pontuando que os relatórios concluíram que o BRT teria mais vantagens à mobilidade da população cuiabana e várzea-grandense em razão da flexibilidade do modal, "por conseguir atingir regiões mais adensadas e mais distantes, bem como permite o seu prolongamento no futuro".

"Conforme os estudos, o traçado do VLT é inflexível, já que as zonas com maior atração de viagens estão há mais de 400 metros dos eixos, “especialmente as áreas centrais de Cuiabá e Várzea Grande”.

Por O Bom da Notícia (Com informações das Assessorias)

 

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Ao avalizar BRT, Wilson Santos diz que 'várias cidades brasileiras podem atestar sua eficiência'

O deputado tucano, Wilson Santos, avalizou nesta última quarta-feira(23), a escolha do governador democrata, Mauro Mendes, de substituir a execução do Veiculo Leve Sobre Trilhos, pelo Ônibus de Trânsito Rápido (BRT).


O parlamentar tucano é o terceiro deputado estadual que vem a público aplaudir a decisão do governo do Estado. O primeiro foi o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), ao lembrar que a decisão de Mendes teria sido pautada em estudos técnicos, que apontaram que os erros nas obras do VLT seriam 'insanáveis' e ainda que as obras do modal estão paradas desde 2014. Depois foi a vice-presidente do Legislativo mato-grossense, Janaina Riva(MDB) que revelou estar convencida que o BRT será melhor para Cuiabá e Várzea Grande. Chegando a admitir que, porém, antes de ter acesso ao estudo técnico ainda tinha dúvidas sobre a viabilidade de ambos.

“Depois de ver todos os pontos do projeto achei corajosa e pontual a atitude do governo do estado. Foram dois anos de muito estudo, para a tomada de decisão. Me deixando convicta de que o BRT é o melhor modal para nossa realidade, inclusive porque pode ser expandido e atender mais pessoas".

Nesta mesma linha, o deputado tucano, Wilson Santos, igualmente, acha que a decisão governamental foi acertada quanto a implantação na Grande Cuiabá, do BRT[ônibus movidos a eletricidade]. Lembrando que este sistema de transporte já está implantado e em pleno funcionamento em várias cidades do Brasil, o que atesta sua eficiência.

As declarações de Santos foram feitas após reunião entre Mendes e os deputados estaduais, no Palácio Paiaguása, quando o gestor estadual apresentou os estudos técnicos elaborados pelo Governo do Estado e pelo Grupo Técnico criado na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, que subsidiaram a decisão de mudança do modal.

“A decisão do governador de optar por este modal foi acertada. Esse modal está em Curitiba, está sendo implantado em São José dos Campos, em Campinas, no Rio de Janeiro. O VLT do Rio de Janeiro, por exemplo, está próximo da falência. O Brasil não tem essa cultura ainda e Cuiabá e Várzea Grande vão receber o modal que lá em 2010 deveria ter sido feito”, disse Wilson.

Ainda segundo o deputado, a mudança traz inúmeras vantagens, principalmente ao cidadão usuário do sistema de transporte coletivo, quando no comparativo com a implantação do VLT. Isso porque o valor da tarifa será mais acessível, a possibilidade de prolongamento dos corredores do BRT é maior, além de ser uma obra de mais rápida execução e de menor custo.

“Muito mais barato, mais rápido para construir, velocidade maior, leva mais gente. Se quiser expandir para o Pedra 90, vai, para o Santa Isabel também, lá para o Três Barras. Muito mais rápido. Parabéns ao governo que decidiu e decidiu acertadamente”, afirmou.

A tarifa está prevista para ser na faixa de R$ 3,04, enquanto que com o VLT, a tarifa ficaria em torno de em R$ 5,28. Já os investimentos estão estimados na ordem de R$ 430 milhões, com aquisição de 54 ônibus elétricos, e as obras devem durar até 24 meses.

O VLT, por outro lado, custaria em torno de R$ 763 milhões para a conclusão das obras, que tem previsão de término somente em 48 meses. “A malandragem, propina e corrupção fez do processo do VLT estar completamente contaminado. Isso não se resolve em menos de 20 anos juridicamente e não é justo para o contribuinte que isso se arraste, com obra parada”, disse o deputado, que já foi prefeito de Cuiabá.

Wilson parabenizou ainda a coragem da atual gestão do Governo, de apresentar uma solução para o imbróglio sobre a retomada ou não do modal de transporte. “Parabéns ao governo que decidiu, enfim. A pior resposta era a indecisão. A continuidade desse assunto, em uma obra paralisada há anos. Entrava ano e saía ano e tudo parado. E o contribuinte pagando [...]Assim, esta é uma decisão acertada.”, concluiu.

Como Botelho e Wilson, a prefeita de Várzea Grande, a democrata Lucimar Campos, referendou a decisão do governador Mauro Mendes, que anunciou a troca do VLT pelo BRT no início da semana.

Ao ponderar sobre a necessidade de se levar em consideração as necessidades da população e, sobretudo, o fim do imbróglio jurídico em torno do modal que interliga Cuiabá e Várzea Grande.

"Toda iniciativa voltada para atender a população que necessita de um transporte de massa eficiente, condizente com a realidade e que justifique os preços praticados é bem-vinda", disse a prefeita.

Mas apesar dos estudos e do possível fim do imbroglio jurídico com a substituição do VLT para o BRT, o prefeito reeleito, Emanuel Pinheiro(MDB), se posicionou contra a mudança do modal. Em conversa com jornalistas em frente a Catedral de Cuiabá, após missa especial de Natal, nesta última terça-feira (22), Pinheiro - que se recusou a se reunir na segunda com o governador, alegando choque de agenda -, disse que o governador teria tomado a decisão sozinho, sem a participação das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e ainda da bancada federal.

"Agora, só fazer uma reunião e comunicar a decisão, não foi legal", ainda frisando que a maneira como o governador decidiu a mudança mostrou 'falta de respeito com Cuiabá e Várzea Grande'.

Fiemt e Aprosoja comemoram mudança

O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Gustavo de Oliveira, aplaudiu a decisão de Mendes nesta última terça, classificando-a com 'acertada'. Por meio de vídeo postado no seu Instagram, Gustavo registrou seu total apoio à decisão do Governo do Estado, revelando que o gestor estadual não só propôs um novo projeto de mobilidade urbana para a Grande Cuiabá, como a substituição é 'mais adequada e mais moderna'. E, sobretudo, que o BRT vai trazer maior conforto ao usuário do transporte coletivo, sem que isso traga custos maiores à sociedade.

Como a Fiemt, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) manifestou total aprovação à decisão do Governo de Mato Grosso pela substituição do modal. Em nota encaminhada aos mailings dos sites nesta terça, a entidade declarou que aa decisão marca o fim de um imbróglio, determinando o início de um ciclo de melhor qualidade de transporte público para a população cuiabana'.

Por O Bom da Notícia


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Vacina de Oxford recebe certificação da Anvisa e poderá ser aplicada no Brasil

Depois de certificar a produção da CoronoVac, vacina para a covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech juntamente com o Instituto Butantan, o imunizante da AstraZeneca em parceria com a Universidade Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também recebeu certificação de boas práticas de fabricação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A certificação é indispensável para análise de pedidos de uso emergencial e de registros definitivos dessas vacinas. “A etapa finalizada é um dos pré-requisitos para a continuidade do processo de registro e faz parte dos esforços contínuos da agência para a disponibilização das vacinas para a população com qualidade, segurança e eficácia no menor tempo possível”, esclareceu a Anvisa em nota. (Agência Brasil)

Por Cuiabano News

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MAIA: R$ 6 milhões com jatinhos da FAB em dois anos como presidente da Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deixará para trás em 2021 uma mordomia pesada para os cofres públicos – os voos em jatinhos da FAB. Nos últimos dois anos, ele torrou 6,2 milhões em 364 deslocamentos, sendo 147 deles de ida e volta para o Rio de Janeiro, onde tem residência, geralmente sem agenda oficial. Foram R$ 4,3 milhões no ano passado e R$ 1,9 milhões neste ano, apesar da pandemia da Covid-19. Teve até visita a frigorífico da JBS em jatinho oficial.

Só as viagens internacionais para nove países custaram R$ 1,4 milhão, sempre nas asas da FAB. Ele esteve em Nova Iorque, Paris, Londres, Roma, Genebra, Madri, Lisboa, Dublin e Buenos Aires. Maia esteve duas vezes em Nova Iorque em 2019, onde teve encontro som empresários, com diferença de apenas um mês. Fez turismo religioso em Roma, na cerimônia de canonização de Irmã Dulce, ao lado do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tóffoli, outro campeão de viagens. Maia levou quatro assessores que receberam R$ 48 mil em diárias.

Neste ano, fez a viagem mais cara, para Paris e Madri, contanto o jatinho e as despesas com seguranças, assessores e três deputados – um total de R$ 463 mil. A comitiva foi estudar modelos para a profissionalização dos clubes de futebol no Brasil, valorização dos campeonatos e direitos de imagem. Também houve visitas institucionais e até fotos com o Rei da Espanha, Felipe VI. A “missão” durou nove dias, de 22 de fevereiro a 2 de março. Só o deslocamento do jatinho saiu por R$ 240 mil.

As diárias dos deputados Elmar Nascimento (DEM-BA), Marcos Pereira (Republicanos-SP) e Pedro Paulo (DEM-RJ) custaram R$ 37 mil. Quatro policiais legislativos e uma jornalista receberam mais R$ 134 mil em diárias. Três policiais contaram com 11 diárias num total de R$ 30 mil cada. A missão teve até escalão avançado, o que resultou em mais despesas de R$ 51 mil com passagens aéreas.

Mas o prejuízo poderia ter sido ainda maior. No ano passado, Maia fez sete viagens internais, incluindo nove países, ao custo de R$ 1,2 milhão só com jatinhos. Neste ano, a pandemia da Covid-19 inviabilizou mais viagens internacionais.

Viagens para casa e visita à JBS


O presidente Rodrigo Maia manteve neste ano o hábito de viajar para o Rio de Janeiro nos finais de semana utilizando jatinhos da FAB. Cada viagem de ida e volta custa cerca de R$ 30 mil, considerando as despesas de manutenção da aeronave. Foram 55 dos 130 deslocamentos neste ano e 92 dos 242 trechos de 2019. E ainda tem as despesas com diárias e passagens de seguranças que seguem em avião de carreira – a equipe precursora.

Neste mês, houve uma visita inusitada. No dia 10, o presidente da Câmara viajou para São Paulo à noite, uma quinta-feira. Na manhã seguinte, voou direto para Lins, onde foi recepcionado pelo prefeito Akio Matsuura (PSDB). Seguiu, então, para o frigorífico da JBS no município, onde teve uma reunião durante horas com Wesley Batista, irmão de Joesley Batista – ambos investigados no âmbito da Lava Jato por corrução e caixa dois eleitoral.

A discreta visita de Maia à planta da JBS foi noticiada em primeira mão pela Novatv, uma TV pela internet com sede em Lins. Fotos da equipe de reportagem registrou a chegada do deputado no jatinho da FAB. Em contato com autoridades do município, a reportagem da TV apurou que o presidente da Câmara esteve na JBS por mais de cinco horas. Mas nada vazou sobre o que conversaram durante a visita. Questionado pelo blog, Maia não revelou o motivo da reunião.


Quanto custa uma viagem para casa

Os gastos com os servidores que acompanham o presidente estão registrados. Maia fez um voo para o Rio dia 10 de janeiro, uma sexta-feira, sem agenda oficial. Lá ficou até o dia 14, acompanhado por cinco seguranças que receberam 22 diárias. Quatro deles viajaram em voo de carreira, chegando antes do presidente. As passagens e diárias custaram R$ 17 mil. Com o custo do jatinho, a despesa por conta do contribuinte chegou a R$ 39 mil.

Em 15 de janeiro, Maia passou por São Paulo e seguiu para o Rio, onde era aguardado por cinco seguranças. Na sexta-feira, retornou a São Paulo. As despesas com passagens aéreas e diárias chegaram a R$ 31 mil. Um deles recebeu 8,5 diárias. O custo total da viagem, incluindo o jatinho, chegou a R$ 46 mil.

No primeiro semestre, as viagens do presidente estavam registradas de forma mais explícita no relatório das viagens em “missão oficial”. A partir do segundo semestre, é preciso abrir os relatórios de viagens dos servidores para identificar quais deslocamentos atendem ao presidente. E quase todos esses relatórios estão “pendentes”.


Encontros partidários, visitas e teste positivo

Além de viajar para casa nos finais de semana, o presidente da Câmara também percorreu vários estados durante a pandemia da Covid-19. Alguns encontros não tiveram ligação direta que a sua atividade de presidente. Em 19 de novembro, ele viajou para Fortaleza, onde teve encontro com membros do diretório estadual do DEM. Também visitou o prefeito eleito de Eusébio (CE), Acilon Gonçalves (PL) e o presidente regional do partido, Chiquinho Feitosa. Aproveitou ainda para conversar com o governador Camilo Santana (PT) e o Ciro Gomes (PDT) no Palácio da Abolição.

Em 12 de setembro, Maia esteve em Curitiba para uma reunião com o prefeito Rafael Greca e secretários estaduais sobre a reforma tributária. Quatro dias depois, testou positivo para o novo coronavírus e suspendeu as andanças por três semanas.

No final de julho, visitou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Maia afirmou que estava dialogando com prefeitos e governadores para “ajudar a definir a pauta da Câmara no segundo semestre”. No início de julho, esteve com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, tratando de ações para o combate ao coronavírus. Mas também aproveitou e visitou o 2º vice-presidente da Câmara, Luciano Bivar (PSL), para tratar de votações na casa.

No dia 9 de março, Maia dividiu um jatinho com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), em viagem para Sãp Paulo, onde participaram do evento de apresentação da programação da CNN. Tóffoli partiu do Rio de Janeiro para o mesmo evento, utilizando mais uma aeronave oficial. Retornou para Brasília no seu jatinho na manhã seguinte. Maia e Alcolumbre voltaram à tarde, novamente juntos.


Questionamos se o presidente da Câmara considera adequados os gastos elevados com viagens num período de déficit fiscal do governo federal e de despesas extras geradas pela epidemia da Covid-19. Maia também foi questionado se os relatórios “pendentes” resultam de uma falha técnica ou têm por objetivo justamente impossibilitar a identificação das despesas com assessores e seguranças em viagens com o presidente. Não houve resposta para nenhum dos questionamentos.

As viagens do presidente da Câmara para casa estão amparadas pelo Decreto 10.267/2020, baixado pelo presidente Jair Bolsonaro em março. O Decreto diz: “Presume-se motivo de segurança”, na utilização de aeronaves do Comando da Aeronáutica, o deslocamento dos presidentes da Câmara, do Senado e do STF “ao local de residência permanente”.

Por Gazeta do Povo  Com Informações do Marreta Urgente

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Confira os destaques do Programa Mato Grosso em Alerta

 Confira tudo os principais fatos que foram notícias em Mato Grosso e no Brasil e que foram destaques no Programa MT Em Alerta na última quarta-feira (23).

O programa MT Em Alerta da última quarta- feira (23) foi apresentado por Silas Souto que  substituiu a apresentadora titular, Kauana Mikaelle que está de folga devido as festividades natalinas.

 




 

 

 

 

 

 


 

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Mauro lembra dificuldades e avanços em seu governo, e promete melhorias para o próximo ano

Em artigo publicado nesta quarta-feira (23), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), fez questão de carimbar a situação em que assumiu o comando do Estado das mãos do ex-governador Pedro Taques (Solidariedade). Segundo Mendes, um governo que estava prestes a quebrar.

“Nos últimos dois anos nós mato-grossenses passamos por períodos difíceis: desde um Governo do Estado que estava prestes a quebrar, a uma pandemia que ainda causa sofrimento a todos. Quando assumimos o governo, encontramos uma situação caótica. Salários atrasados, 13º atrasado, UTIs fechando, viaturas da Polícia sendo recolhidas por falta de pagamento, repasses para fornecedores e para a saúde dos municípios atrasados há mais de 11 meses e quase R$ 4 bilhões de dívidas”, destacou o governador democrata no artigo.

Mauro Mandes escreveu que ainda em 2019, reverteu o quadro de crítico em que se encontrava o governo do Estado. “Em 2019 conseguimos reverter esse quadro. Enxugamos secretarias, cortamos mais de R$ 1 bilhão em despesas, renegociamos contratos, economizamos, otimizamos nosso quadro de pessoal e fizemos uma reforma administrativa e tributária”.

Segundo Mendes, “Mato Grosso virou um grande canteiro de obras e, por meio do programa Mais MT, estamos realizando investimentos que vão totalizar R$ 9,5 bilhões até 2022. Somente na Infraestrutura, estamos com mais de 1,2 mil km de asfalto novo contratado e 77 pontes, em todas as regiões, boa parte já entregue ou com previsão de entrega já no próximo ano”.

Conforme Mauro Mendes, “pela primeira vez em 10 anos, em 2019, Mato Grosso fechou suas contas no azul, ou seja, gastou menos do que o arrecadado. Isso possibilitou voltar a pagar os servidores no dia 30 do mês trabalhado, pagar fornecedores e a saúde aos municípios rigorosamente em dia e retomar centenas de obras paradas há muitos anos”, destacou.

“Tivemos dois anos desafiadores, mas com muitas entregas para a população. Em 2021, muito mais está por vir nesse novo Mato Grosso que já vivemos. Um excelente final de ano a todos os mato-grossenses”, completa o governador.

 

Por O Documento

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