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Convenção do União Brasil é marcada por vaias a Mauro Mendes e amplia visibilidade do grupo de Jayme Campos



Marcos Lopes 


A convenção estadual do União Brasil, realizada desde as 11h desta quinta-feira (30), em Cuiabá, foi marcada por manifestações contrárias à proposta de apoio ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), defendida pelo presidente estadual da legenda, Mauro Mendes. As vaias e os protestos registrados durante o encontro ocorreram em meio aos debates sobre a questão de ordem apresentada pelo deputado estadual Júlio Campos, episódio que ampliou a visibilidade do grupo que defende a candidatura própria do senador Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso.

O momento de maior tensão aconteceu quando Mauro Mendes defendeu a aliança com Pivetta. Parte dos convencionais reagiu com vaias e gritos de "traíra", demonstrando insatisfação com a possibilidade de o partido abrir mão de uma candidatura própria.

Na sequência, o deputado estadual Júlio Campos apresentou uma questão de ordem argumentando que não havia qualquer pedido formal do Republicanos para que o União Brasil declarasse apoio à candidatura de Pivetta. Com base nesse entendimento, pediu que o nome do governador fosse retirado da cédula de votação.

O pedido foi indeferido pela presidência da convenção, decisão que provocou novos protestos dos convencionais. Em seguida, o senador Jayme Campos defendeu que a questão de ordem fosse submetida à deliberação do plenário, sustentando que a decisão deveria ser tomada pelos próprios convencionais, em respeito ao processo democrático interno da legenda.

Os episódios colocaram em evidência a divisão existente dentro do União Brasil sobre a estratégia para a disputa ao Palácio Paiaguás. Enquanto Mauro Mendes defende a composição com Otaviano Pivetta, um grupo de filiados e lideranças sustenta que o partido deve lançar candidatura própria, tendo Jayme Campos como principal nome.

A votação começou às 12h45 e ocorre de forma secreta. Os 50 convencionais têm até as 17h45 para decidir o posicionamento político da legenda para as eleições de 2026.

Além do debate sobre a sucessão estadual, a convenção homologou as chapas de candidatos a deputado estadual e deputado federal, oficializando os nomes que representarão o União Brasil na disputa proporcional em conjunto com o Progressistas (PP).

Independentemente do resultado da votação, a convenção já se consolida como um dos momentos mais marcantes da pré-campanha eleitoral em Mato Grosso, expondo divergências internas, debates regimentais e diferentes visões sobre o futuro político do União Brasil.

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Com apoio de lideranças, Jayme Campos avança na disputa interna do União Brasil

 

Foto: O Estadão

Marcos Lopes

A convenção estadual do União Brasil, marcada para esta quinta-feira (30), deixou de ser apenas uma formalidade partidária e passou a representar um dos principais movimentos da disputa pelo comando político de Mato Grosso. O encontro será um teste de força entre dois grupos que hoje dividem espaço dentro da legenda: de um lado, o senador Jayme Campos, que busca consolidar sua candidatura ao Governo do Estado; do outro, o ex-governador Mauro Mendes, presidente estadual do partido, que trabalha pela manutenção da aliança em torno do projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta.

A expectativa é que Jayme consiga demonstrar maioria entre os convencionais do União Brasil e fortaleça internamente sua posição para disputar o Palácio Paiaguás. Entretanto, a vitória dentro do partido não representa garantia automática de candidatura, já que a decisão final poderá ultrapassar as fronteiras de Mato Grosso.

O principal obstáculo está na Federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP). Caso as duas siglas adotem posições diferentes sobre o projeto eleitoral, a definição poderá ser encaminhada para a direção nacional da federação, em Brasília.

O movimento de Jayme Campos representa uma tentativa de reposicionar o União Brasil na disputa estadual, defendendo que o partido tenha candidatura própria e protagonismo na sucessão estadual. Já Mauro Mendes aposta na continuidade do grupo político que venceu as últimas eleições e avalia que a manutenção da aliança com Pivetta seria o caminho mais seguro para o bloco governista.

A posição do presidente estadual do União Brasil, porém, abriu uma disputa interna. Lideranças próximas a Jayme Campos avaliam que Mauro Mendes antecipou uma escolha política ao defender publicamente a reeleição de Pivetta antes da manifestação dos convencionais. Para esse grupo, a convenção deveria ser o espaço de decisão soberana da legenda.

O episódio expõe uma mudança no equilíbrio interno do União Brasil. Durante os últimos anos, Mauro Mendes consolidou forte influência sobre a sigla, principalmente após comandar o Executivo estadual e organizar o grupo político que chegou ao poder em Mato Grosso. Agora, a movimentação de Jayme Campos coloca em discussão até onde vai essa liderança dentro do partido.

A disputa também revela um conflito de estratégias. Enquanto Mauro Mendes prioriza a continuidade de um projeto político construído a partir da atual gestão estadual, Jayme Campos tenta recuperar o protagonismo histórico do grupo dos Campos na política mato-grossense e apresentar seu nome como alternativa para liderar o Estado.

Pelas regras da Federação União Progressista, União Brasil e PP precisam primeiro realizar suas convenções individuais. Somente depois acontece a convenção conjunta da federação.

Se houver entendimento entre as duas legendas, a decisão será homologada. Caso contrário, caberá à executiva nacional definir qual caminho será seguido.

Na prática, existe a possibilidade de Jayme Campos vencer a disputa interna no União Brasil e, mesmo assim, depender de uma decisão nacional para confirmar sua candidatura.

Por isso, além da articulação dentro de Mato Grosso, o senador intensificou conversas com dirigentes nacionais do partido e da federação, buscando construir apoio caso o conflito seja levado para Brasília.

O resultado da convenção será acompanhado como um indicador do tamanho da influência de cada grupo dentro do União Brasil. Uma aprovação do nome de Jayme representaria uma demonstração de força do senador e uma sinalização de que a base partidária deseja um caminho diferente daquele defendido pela atual direção estadual.
Quórum e votação serão decisivos

Além da disputa política, a convenção seguirá critérios internos estabelecidos pelo partido.

Conforme resolução assinada pelo presidente estadual Mauro Mendes, será necessária a presença mínima de três quintos dos convencionais habilitados, equivalente a 29 participantes, para validar qualquer decisão.

A votação será secreta, entre 11h e 16h, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), em Cuiabá.

Os convencionais deverão apresentar documento oficial, assinar a lista de presença e receberão cédulas físicas para registrar seus votos.

Após o encerramento, a apuração será realizada imediatamente, com acompanhamento dos fiscais e da comissão eleitoral.

A proposta vencedora precisará alcançar maioria simples dos votos válidos.

A comissão responsável pela condução do processo é presidida por Flávio Azevedo e conta ainda com Dilemário Alencar, Guilherme Carvalho, José Carlos Pereira e Gilvan Rodrigues da Silva.

O União Brasil tem até 5 de agosto, prazo definido pela Justiça Eleitoral para realização das convenções partidárias, para definir oficialmente seu posicionamento.

Mas, independentemente do resultado desta quinta-feira, o destino da candidatura de Jayme Campos poderá depender de uma decisão política tomada longe de Mato Grosso, diretamente pela direção nacional da Federação União Progressista.
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Wilson Santos sinaliza alinhamento ao PSD nacional e deve manter distância de Lula na disputa presidencial



Marcos Lopes


Embora o PSD em Mato Grosso tenha firmado aliança com o grupo político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para as eleições estaduais, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) sinalizou que pretende seguir um caminho diferente na disputa presidencial. Pré-candidato à reeleição, o parlamentar afirmou que sua tendência é acompanhar a orientação nacional da sigla, que apoia o projeto do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, adversário de Lula na corrida ao Palácio do Planalto.

Durante entrevista concedida nesta terça-feira (29), Wilson explicou que ainda conversa com seu grupo político, mas ressaltou que a disciplina partidária deve prevalecer em sua decisão.


"Eu estou consultando o meu grupo político. A tendência minha é respeitar e caminhar com o meu partido. A tendência majoritária do meu grupo é a gente seguir com a disciplina partidária", afirmou.

A posição evidencia um cenário de divisão dentro do PSD, que em Mato Grosso integra a base de apoio ao presidente Lula. No estado, PT, PV e PCdoB decidiram apoiar a pré-candidatura da médica Natasha Slhessarenko ao Governo do Estado e a tentativa de reeleição do senador Carlos Fávaro, ambos filiados ao PSD.

Mesmo diante desse arranjo político, Wilson Santos garantiu que apoiará os candidatos do partido em Mato Grosso, mas deixou claro que isso não significa adesão ao projeto nacional liderado pelo presidente petista.

Ao ser questionado se possui maior afinidade política com Ronaldo Caiado do que com Lula, o deputado evitou responder diretamente e preferiu citar lideranças com as quais afirma compartilhar maior identificação política.


"Eu sempre digo que eu me sinto melhor com o Geraldo Alckmin, com o Fernando Henrique, com Ulysses Guimarães, com Dante Martins de Oliveira."

A declaração reforça a tendência de Wilson Santos em manter uma posição independente na disputa presidencial, mesmo diante da aliança construída pelo PSD de Mato Grosso com a base governista, demonstrando que a legenda poderá conviver com diferentes posicionamentos entre seus integrantes durante o processo eleitoral.

Veja vídeo:


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Wellington lidera com 28%; Jayme segura o 2º lugar com 20%, e Pivetta alcança 18,7%



O Documento

Contratada pela TV Cuiabá, a Percent realizou entre os 23 e 27 de julho pesquisa presencial nas sete microrregiões de Mato Grosso. Sem um fato novo relevante, o processo eleitoral segue estável, com o senador, Wellington Fagundes (PL), liderando o cenário estimulado com cravados 28% das intenções de voto.

O também senador, Jayme Campos (União), apesar do boicote partidário contra sua candidatura ao Governo, segurou com “unhas e dentes” a segunda colocação no quadro geral com 20% de preferência popular. Campos enfrenta resistência do ex-governador, Mauro Mendes, que defende coligação com o atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos).

Na sondagem, acima citada, o atual chefe do Executivo atingiu 18,7% das citações, o que caracterizou empate técnico com o senador, Jayme Campos. Pelas projeções da Percent, caso as eleições gerais fossem hoje, seria impraticável prever qual dos dois nomes, Jayme ou Pivetta, poderia avançar ao segundo turno em eventual disputa direta contra Wellington.

A quantitativa também mediu o cenário espontâneo, quando não se apresenta nomes aos entrevistados. Mais uma vez, o panorama permaneceu inalterado. Neste quadro, Fagundes segue líder com 13,4%, acompanhado em uma briga ferrenha por Jayme e Otaviano, com 9,3% e 9,1%, respectivamente.



A Percent também fez cruzamentos de segundo turno. O senador liberal venceria todos os seus oponentes com relativa folga de votos: Wellington 40,8% e Natasha 12,3%; Wellington 36,3% e Campos 22%; Wellington 37,7% e Pivetta 20,3%.

“Afirmo categoricamente que o quadro eleitoral em Mato Grosso, ao Governo do Estado, segue, até o momento, estável, sem qualquer mudança abrupta. Pelo nosso levantamento, Wellington está cristalizado na faixa dos 30%, seguido por Jayme e Pivetta, que estão rigorosamente empatados na segunda colocação. Carimbar ‘virada de mesa’ por agora é uma atitude grosseira, longe de qualquer margem de erro”, asseverou, Ronye Steffan, sócio da Percent.

Quando se avaliou a rejeição dos postulantes ao Palácio Paiaguas, Jayme lidera com 10,9%, acompanhado por Fagundes com 6,8%, Sargento Laudicélio 5,3%, Marcelo Maluf 4,1% e Pivetta 4,1%.

Metodologia

A pesquisa presencial foi realizada entre os dias 23 e 27 de julho nas sete microrregiões do estado. Com margem de erro de 2,83% para mais ou para menos, a sondagem ouviu 1.200 pessoas. A fonte de dados para coleta e tabulação teve como base o IBGE-Censo 2022, PNAD-2025 e TSE-2026. Conforme determina a legislação eleitoral, a quantitativa foi devidamente registrada sob os números MT-02251/2026 e BR-00822/2026.

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Eleição da Mesa Diretora deve ocorrer em outubro e Emerson Andrade amplia apoio entre vereadores e já possui 9 votos favoráveis

 

Redação 

Faltando poucos meses para a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Nobres, o vereador Emerson Andrade desponta como o principal nome na disputa pela Presidência do Legislativo para o biênio 2027/2028 já possuindo 9 votos favoráveis.

Nos bastidores, seu nome ganha força entre os parlamentares e caminha para se consolidar como o candidato de consenso, resultado de um trabalho de articulação desenvolvido desde o início do mandato.

A eleição da Mesa Diretora está prevista para ocorrer no dia 15 de outubro, quando os 11 vereadores deverão escolher o presidente, o vice-presidente, e os demais integrantes que conduzirão os trabalhos legislativos pelos próximos dois anos. Até lá, as conversas entre os parlamentares devem se intensificar, e as movimentações indicam Emerson Andrade como um dos nomes mais cotados para comandar a Casa de Leis.


Mesmo tendo sido eleito por um grupo de oposição nas eleições municipais, Emerson Andrade ampliou sua interlocução com vereadores de diferentes posicionamentos políticos. Ao longo do mandato, tem mantido uma atuação própria no Legislativo, apoiando matérias que considera importantes para o município e apresentando posicionamentos sobre temas relacionados à administração municipal sempre que considera necessário. Essa postura contribuiu para ampliar sua capacidade de articulação e o colocou entre os vereadores com maior trânsito dentro da Câmara.


Além de sua trajetória política, Emerson Andrade carrega uma das famílias mais tradicionais da história de Nobres. É filho do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Ranulfo Lopes de Andrade, que marcou sua atuação no Legislativo municipal, e da professora Maria Gaudenta da Silva Campos. Também é irmão do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Raly de Andrade, mantendo uma tradição familiar de participação na vida pública do município.

Pelo lado materno, Emerson pertence à tradicional família Campos, considerada uma das pioneiras de Nobres. É neto de Mário da Silva Campos e de Maria Honorata de Campos, uma das referências das primeiras famílias que contribuíram para a formação social e o desenvolvimento do município. A história da família Campos está ligada ao crescimento de Nobres e permanece presente na memória de diversas gerações.



Formado em Direito e com pós-graduações em Gestão Pública, Emerson Andrade construiu sua carreira atuando em diversos municípios de Mato Grosso. Ao longo dos anos, exerceu funções estratégicas em Rosário Oeste, Jangada e Diamantino, acumulando experiência na administração pública e no assessoramento jurídico.

Em Diamantino, ocupou o cargo de secretário municipal de Finanças, participando diretamente da condução da política fiscal e administrativa do município. Em Jangada, atuou como assessor jurídico da Prefeitura, prestando suporte técnico à administração municipal. Também desenvolveu atividades em Rosário Oeste, ampliando sua experiência na gestão pública.

Em 2016, Emerson Andrade disputou a Prefeitura de Nobres, levando ao debate propostas para o município. Embora não tenha sido eleito naquele pleito, a candidatura ampliou sua projeção política e fortaleceu sua participação na vida pública local.

Sua atuação também foi reconhecida em 2013, quando recebeu uma Moção de Aplausos concedida pela Câmara Municipal de Nobres pelos serviços prestados ao município. Eleito vereador, passou a integrar o Legislativo municipal, onde participa das discussões e votações de matérias de interesse da população.

Caso as articulações se mantenham até a eleição da Mesa Diretora, Emerson Andrade deverá chegar à votação entre os nomes com maiores condições de reunir apoio para assumir a Presidência da Câmara Municipal no biênio 2027/2028.




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PDT homologa chapas e deixa Executiva definir composição da majoritária em Mato Grosso





RD News

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) realizou, neste sábado (25), sua convenção estadual para aprovação das chapas de candidatos a deputado federal e deputado estadual, além de delegar à direção estadual a competência para definir a composição da chapa majoritária.

A nominata apresentada reúne representantes de 17 municípios mato-grossenses e contempla diversos segmentos sociais, profissionais e empresariais. Participaram da convenção representantes do PT, PV, PSD e Rede Sustentabilidade, siglas que, junto com o PDT, integram a frente de centro-esquerda em Mato Grosso.

O partido apresentou chapa completa para a Câmara Federal, com nove pré-candidatos e com 21 pré-candidatos à Assembleia Legislativa. A convenção também referendou o nome do professor e advogado Diogo Botelho como representante do partido para a composição da chapa majoritária.

Com a desistência do geólogo Caiubi Kuhn de concorrer ao governo, a tendência é que o PDT apoie a candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD). Já para o Senado, a frente de centro-esquerda conta com quatro pré-candidaturas, do senador Carlos Fávaro (PSD), que tentará a reeleição, do ex-governador Pedro Taques (PSB), da professora Patrícia Nogueira (PC do B) e do próprio Botelho.

Na convenção, ficou definido que caso não seja viabilizada uma candidatura ao Senado, o PDT deverá pleitear a vaga de vice-governador na coligação. A convenção deliberou que, após a conclusão das negociações e diálogos com os demais partidos, a decisão sobre a composição da chapa majoritária será tomada pela Executiva Estadual da legenda.

As articulações em Mato Grosso estão alinhadas ao cenário nacional, no qual o PDT integra o arco de alianças que busca a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Confira a lista de candidatos

Candidatos a deputado federal

Darlene Yaminalo Taukane


Jadiel Sousa Santos


Jair Machado Ferrao


Jose Augusto Tenuta


Malvineide de Miranda Freitas


Miriam Calazans dos Santos


Sabrina Coelho Fernando


Christyano Luiz de Oliveira


Cristiano Carlos da Silva

Candidatos a deputado estadual

Aderlei Lamel Filho


Adriano Borges de Oliveira


Antonio da Silva Sales


Celestino Capelari dos Santos


Celoir Terezinha Guedes


Ezequiel Aguiar de Oliveira


Fawzi Tiburi


Gabriel de Sousa Carvalho


Giliane Taina Alves da Cruz Neves


Girlane Silva Ferreira


Jailson Borges da Silva


Jairo dos Santos Castro


Janete Izidorio da Silva Alves dos Santos


Julio Cesar Ferreira da Silva


Mara Rúbia Garcia Badan


Onesimo Une Tserewaririwe – Juruna


Orcilon Duarte Alves


Osvaldo da Silva Pedroso


Otacilio da Silva Viegas – Sillo


Renan Jacson Bezerra Fernandes de Melo – Nene


Hugassa Kuikuro – Andressa
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Nobres implanta mudanças no trânsito para melhorar mobilidade e segurança viária





 A população de Nobres deve ficar atenta às mudanças que serão realizadas no fluxo de trânsito na região central do município. As alterações têm como objetivo organizar a circulação de veículos, melhorar a mobilidade urbana e proporcionar mais segurança para motoristas, pedestres e toda a comunidade.


Entre as principais mudanças está a Rua Mato Grosso, que passa em frente à Escola Nilo Póvoas. A via passará a funcionar em sentido único, com o fluxo direcionado para a Avenida Getúlio Vargas.


Outra alteração acontecerá na Rua Niva Matos, que também passará a ter mão única, com o trânsito seguindo no sentido da Avenida Marechal Rondon.


Já a Rua Maurício Sampaio, localizada ao lado da pracinha, também terá o fluxo de veículos alterado e passará a funcionar em sentido único.


As mudanças fazem parte de ações voltadas à organização do trânsito e à melhoria da mobilidade na região central. A implantação será acompanhada de um período de conscientização e orientação aos motoristas, para que a população possa se adaptar às novas regras de circulação.


Durante esse período, os condutores devem redobrar a atenção à sinalização e observar corretamente o sentido permitido em cada uma das vias. A orientação é que todos os motoristas estejam atentos às placas e demais sinalizações instaladas nos locais.


Após o período de conscientização, o desrespeito às novas regras de circulação poderá resultar em autuações e multas, conforme prevê a legislação de trânsito.


A orientação é simples: fique atento às mudanças, respeite a sinalização e dirija com responsabilidade. A colaboração de todos é fundamental para que as alterações contribuam efetivamente para um trânsito mais organizado, seguro e eficiente em Nobres.

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Lucas do Chapéu do Sol destaca iniciativa que viabilizou Parque Tecnológico


Redação 


Várzea Grande está prestes a dar um importante passo rumo ao fortalecimento da inovação e da economia baseada em tecnologia. A implantação do Parque Tecnológico de Mato Grosso, no bairro Chapéu do Sol, avança após a doação de uma área de aproximadamente 16 hectares realizada pela Ductievicz Incorporadora, por meio do empresário Juarez Ductievicz e do vereador Lucas Ductievicz, o Lucas do Chapéu do Sol (PL).

A cessão do terreno foi considerada um marco para que o projeto pudesse sair do papel e receber investimentos públicos superiores a R$ 21,3 milhões destinados à implantação da infraestrutura do empreendimento. A expectativa é de que o parque transforme a região em um ambiente voltado à inovação, pesquisa científica, empreendedorismo e geração de empregos.

A escritura pública oficializando a doação consolidou a parceria entre a iniciativa privada, a Prefeitura de Várzea Grande e o Governo de Mato Grosso. A área cedida permitirá a instalação de empresas de tecnologia, centros de pesquisa, laboratórios, startups e incubadoras de negócios, criando um ecossistema voltado ao desenvolvimento tecnológico.

Segundo o vereador Lucas Ductievicz, a decisão de doar a área foi motivada pela convicção de que o desenvolvimento de Várzea Grande passa pelo incentivo à inovação e à criação de oportunidades para as futuras gerações.

"Desde o início, a gente acreditou que o Chapéu do Sol não podia ser só mais um bairro. Tinha que ser o ponto de partida para o futuro de Várzea Grande. Doar essa área foi a forma que encontramos de devolver para a cidade a oportunidade de crescer com tecnologia, com emprego e com dignidade. Agora é incentivar nossos jovens, atrair empresas e mostrar que a região norte tem força para liderar a inovação em Mato Grosso. O Parque é de todos, mas o primeiro passo foi nosso. E não vamos parar por aqui", afirmou.

O Parque Tecnológico contará com aproximadamente 16 hectares preparados para receber empresas nacionais e internacionais dos mais diversos segmentos tecnológicos. A previsão é de que o empreendimento gere cerca de três mil empregos diretos e indiretos nos próximos anos, além de incentivar a formação de mão de obra qualificada por meio de parcerias com a UFMT, o IFMT e a UNEMAT.

Além da geração de empregos, o projeto busca fortalecer o ambiente de negócios em Várzea Grande, ampliar a competitividade da região e atrair novos investimentos privados, impulsionando setores como construção civil, comércio, serviços e inovação.

Com a implantação do Parque Tecnológico, Várzea Grande passa a se posicionar como um dos principais polos de inovação de Mato Grosso e do Centro-Oeste. A expectativa é que o empreendimento aproxime universidades, pesquisadores, empresas e investidores, contribuindo para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Estado.

A doação da área pela Ductievicz Incorporadora é considerada um dos fatores decisivos para a viabilização do projeto, evidenciando a atuação conjunta entre a iniciativa privada e o poder público na concretização de um empreendimento estratégico para o futuro de Várzea Grande

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Operação Gomorra coloca prefeito de Campo Verde sob investigação; gestor afirma que auditoria da própria Prefeitura deu origem às apurações


Redação 


A Operação Gomorra, deflagrada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), continua repercutindo em Mato Grosso e mantém a Prefeitura de Campo Verde no centro das atenções. Investigado na operação, o prefeito Alexandre Lopes (União Brasil) veio a público nesta quarta-feira (8) para apresentar sua versão sobre os fatos e afirmou que as investigações tiveram início após uma auditoria determinada pela própria administração municipal.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito disse que, há mais de um ano, solicitou à Controladoria Interna do Município uma auditoria nos contratos de gestão da frota e abastecimento de combustível. Segundo ele, depois da conclusão dos trabalhos, o relatório foi encaminhado ao Ministério Público para que as providências cabíveis fossem adotadas.

Na gravação, Alexandre Lopes afirmou estranhar o fato de também estar entre os investigados. Para ele, quem determinou a apuração dos possíveis problemas e levou as informações aos órgãos de controle não deveria ser apontado como responsável pelo suposto esquema.

"Determinamos a auditoria, encaminhamos o relatório aos órgãos competentes e adotamos as medidas que entendíamos necessárias. Tenho convicção de que a verdade será esclarecida", afirmou o prefeito.

Apesar da manifestação do gestor, a investigação apresenta outro entendimento. Conforme decisão judicial que embasa a operação, Alexandre Lopes aparece como um dos principais investigados em contratos celebrados por meio da adesão a atas de registro de preços, modalidade conhecida como "carona". Os contratos sob apuração somam cerca de R$ 29 milhões.

Os investigadores apuram possíveis fraudes em processos licitatórios e na execução contratual. Entre as suspeitas estão abastecimento de veículos particulares com recursos públicos, pagamentos relacionados à locação de bens que, em tese, não existiriam e outras despesas que agora passam pelo crivo das autoridades.

De acordo com os autos, a investigação também busca esclarecer se houve falha ou omissão da administração municipal na fiscalização da execução desses contratos.

Na defesa apresentada nas redes sociais, Alexandre Lopes sustenta que os atos praticados pela Prefeitura seguiram pareceres jurídicos favoráveis e ressalta que mais de uma centena de municípios também aderiu às mesmas atas de registro de preços.

O prefeito ainda afirmou que continuará colaborando com o Ministério Público e com os demais órgãos responsáveis pela investigação. Disse também que permanece tranquilo diante das acusações e acredita que, ao final das apurações, sua atuação será reconhecida por ter determinado a auditoria interna e encaminhado o caso às autoridades competentes.


Enquanto a investigação avança, o caso segue sendo acompanhado pelos órgãos de controle e pelo Judiciário. O desfecho dependerá da análise das provas reunidas ao longo do inquérito, respeitando o devido processo legal e garantindo o direito de defesa de todos os investigados.

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