A derrocada política de Léo Bortolin ganhou contornos definitivos e alarmantes nas últimas radiografias eleitorais da corrida para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O que era apresentado como um projeto consolidado virou um verdadeiro fracasso de tração nas urnas, evidenciado pelos números da pesquisa estimulada que escancaram a queda livre do ex-prefeito e o seu isolamento no pelotão intermediário do MDB.
Enquanto figurões do partido cravam posições de destaque na modalidade — como o deputado Eduardo Botelho liderando com 1,94%, seguido por Dr. João e Tiago Silva empatados com 1,64% —, Léo Bortolin amarga uma frágil e melancólica quarta colocação, registrando apenas 1,52% das intenções de voto.
Incapaz de empolgar o eleitorado, o ex-prefeito assiste impotente ao seu favoritismo murchar sob o peso da rejeição e da falta de prestígio popular na chapa proporcional.E o cenário, que já era de terra arrasada para Bortolin, tornou-se um pesadelo político com o avanço de Jéssica Riva. E correndo por fora e demonstrando fôlego de campanha que desmantela as apostas da velha política, Jéssica já aparece colada logo atrás com 1,06%, encurtando perigosamente a distância e pressionando a sua posição na nominata.
Com os votos de Jéssica Riva, somados aos votos de sua irmã, a deputada estadual e pré-candidata ao Senado Janaína Riva, a campanha ganha uma força política familiar avassaladora capaz de elevar ainda mais a sua votação, ultrapassando de vez Léo Bortolin e fazendo-o amargar uma melancólica suplência.












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