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Pastor evangélico é apontado como responsável por invasão e é excluído de regularização fundiária em Primavera do Leste

 

Redação 


Um caso que mistura fé, política e posse irregular de terra está gerando revolta em Primavera do Leste. O pastor Rafael Castilhos, presidente do COMPPLE e líder de uma denominação evangélica local, foi oficialmente responsabilizado pela ocupação ilegal de uma área no bairro Volta Grande, conforme documentos emitidos pela fiscalização do município.

A Comissão de Regularização Fundiária, que inicialmente havia sinalizado a inclusão da área no processo de titulação, voltou atrás e decidiu excluir o terreno, por se tratar de uma ocupação irregular e embargada. O nome do pastor aparece no auto de embargo emitido pela Prefeitura, e agora ele terá que resolver o caso na Justiça.

 “Achavam que iam tomar na mão grande, mas não contavam com a resistência dos moradores!”, disparou uma liderança comunitária.

A decisão foi comemorada pelos residentes legais da região, que lutaram para não serem penalizados por uma ocupação indevida promovida por um líder religioso que, segundo relatos, utilizava sua influência para tentar legitimar a posse do terreno.

O escândalo ganhou força após a divulgação de documentos e denúncias feitas pelos ex-vereadores Adriano Carvalho e Luiz Costa, que já alertavam desde 2023 sobre a tentativa de apropriação da área por parte do pastor.

 “É revoltante ver um pastor — que deveria dar exemplo — tentando passar por cima da lei e da comunidade”, disse um dos moradores.

ENTENDA O CASO:

* A área em questão foi ocupada de forma irregular;

* O nome do pastor aparece no auto de embargo oficial da Prefeitura;

* A Comissão de Regularização Fundiária retirou a área do projeto após pressão popular e análise técnica;

* Agora, o caso vai parar na Justiça — e caberá ao pastor responder por seus atos.


Enquanto isso, os moradores seguem com a regularização de suas propriedades, livres da sombra da ilegalidade que tentava se instalar no bairro com apoio de quem deveria promover a ordem e a moral.


“Agora está claro: a culpa tem nome e sobrenome. Rafael Castilhos vai ter que explicar à Justiça o que tentava esconder com discursos bonitos e orações”, finalizou um morador.

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